As 520 moradias do Complexo Habitacional Cachoeira Grande serão destinadas a dois grupos de famílias em situação de vulnerabilidade social em Manaus. Do total, 79 apartamentos serão reservados prioritariamente a pessoas atingidas pelo incêndio de grandes proporções ocorrido em 2012, no bairro São Jorge. As demais unidades atenderão moradores que vivem nas proximidades da área de intervenção.
O residencial está sendo construído entre os bairros Presidente Vargas e São Geraldo, nas zonas sul e centro-sul da capital. Nesta quinta-feira (29/10), famílias que serão beneficiadas visitaram o local para acompanhar o andamento dos trabalhos e conhecer a estrutura prevista.
Famílias do entorno
Os moradores que vivem às margens do igarapé Cachoeira Grande estão pré-cadastrados no Programa Amazonas Meu Lar, coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb). A pasta também é responsável pela execução do empreendimento.
De acordo com o Governo do Amazonas, as famílias atingidas pelo incêndio de 2012 optaram por aguardar as unidades habitacionais. Enquanto esperam a conclusão do residencial, recebem o benefício do Bolsa Moradia Transitória.
Visita à obra
Durante a programação, o engenheiro civil da Sedurb Lucas Dimitri representou o secretário da pasta, Júlio Langbeck. Ele afirmou que o contato permitiu aos futuros moradores conhecer o local, acompanhar os trabalhos e esclarecer dúvidas sobre o residencial.
“É muito importante para as famílias poderem conhecer o local onde vão morar, acompanhar o andamento dos trabalhos e esclarecer dúvidas sobre o residencial”, declarou Dimitri.
O investimento total informado para o empreendimento é de R$ 86,4 milhões. Durante a visita, o futuro morador Francisco Guedes, de 54 anos, disse que acompanhava a obra pela primeira vez e afirmou esperar pela mudança para a nova moradia.
O presidente da comunidade Cachoeira Grande, Carlos Lacerda, também relatou a expectativa dos moradores pela conclusão dos trabalhos e pela mudança para o residencial.
Fonte: Governo do Amazonas.
Foto: Nayara Setika/UGPE



